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PT reitera pedido de afastamento do procurador De Grandis

Os procedimentos adotados para verificar a atuação do procurador Rodrigo de Grandis a frente das investigações dos casos Alstom e Siemens, foi foco da reunião dos deputados estaduais Luiz Claudio Marcolino, atual líder da Bancada do PT na Assembleia e Antonio Mentor e Gerson Bittencourt, ambos integrantes da Comissão de Transportes e Comunicação, com o procurador Regional da República, dr. Orlanda Martelo Jr.

Logo no início do encontro os deputados fizeram balanço das ações da Bancada do PT, na defesa dos interesses públicos, com a busca de informações e investigações para apurar o escândalo do Propinoduto que ataca há quase duas décadas os cofres do Estado de São Paulo.

Os parlamentares explicaram que o esquema teve início em 1998, com a Alstom no setor de energia, com a prorrogação ilegal de contratos, a seguir estendeu para a saúde com fornecimentos de máquinas e equipamentos e se isntalou no sitema metroferroviário. 

O procurador Orlando é responsável pela sindicancia que está analisando os procedimentos do procurador Rodrigo de Grandis na condução das investigações de pagamento de propina pela multinacional Alstom à agentes públicos e políticos do PSDB no governo de são Paulo.

Por quase dois anos o promotor manteve na gaveta pedidos de diligência dos promotores da Suíça. O Ministério da Justiça, chefiado por José Eduardo Cardozo, cobrou, em pelo menos três ofícios, que De Grandis respondesse a um pedido de investigação feito pelo Ministério Público da Suíça. 

No encontro os deputados reiteraram ao procurador Regional da República, Orlando Martelo, o pedido de afastamento do procurador Rodrigo de Grandis do caso Alstom e entregaram documentos e representações que encaminharam ao Ministério Público desde 2008, quando veio a tona o escândalo da Alstom. nas licitações do Metro e da CPTM. Os petistas ponderaram que o procurador Rodrigo de Grandis tinha bastante informação para fazer apuração e reiteraram o pedido de seu
afastamento do caso

O caso Alstom, além de ser alvo dos suíços, também é investigado no Brasil desde 2008. As relações da empresa com os governos tucanos já renderam o indiciamento de 11 pessoas, entre elas o vereador Andrea Matarazzo, que foi secretário de Energia de São Paulo - ele nega o envolvimento em pagamentos de propina pela multinacional.

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