Deputado Estadual Antonio Mentor 13199 é MAIS

Para Mentor, pedágio é a maior preocupação nas cidades da região de Campinas

Na audiência pública sobre o Orçamento 2012, realizada nesta quinta-feira (15.09), em Campinas, o deputado estadual Antonio Mentor destacou que os pedágios são a maior preocupação nas cidades da região. Segundo ele, as praças de cobrança que separam os municípios encarecem o transporte de cargas e, consequentemente, os produtos.

Para Mentor, é necessário que o governo do Estado reveja os contratos com as concessionárias e busque alternativas para a redução dos valores dos pedágios. “A cobrança abusiva onera o bolso do cidadão e reduz a competitividade da indústria paulista. É o chamado Custo São Paulo”, declarou.  

Os moradores de Indaiatuba reclamaram que a cidade teve tratamento desigual na questão de pedágios, pois a tarifa local é de 50 centavos por quilômetro, enquanto em outros trechos da mesma estrada o valor é de 16 centavos.

Moradores de Itatiba também criticaram a cobrança. De acordo com eles, para chegar à capital paulista, num percurso médio de 80 quilômetros, os motoristas passam por três praças de pedágio.

 

RMC

Campinas foi a primeira região metropolitana a sediar neste ano audiência pública sobre o Orçamento 2012. A reunião foi conduzida pelo vice-presidente da Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento, Luiz Claudio Marcolino (PT).

O deputado abriu os trabalhos com um breve relato sobre a dinâmica da discussão do Orçamento e citou alguns resultados positivos de audiências feitas em anos anteriores. No encontro, muitos cidadãos se referiram a problemas na mobilidade urbana.

Gerson Bittencourt (PT) apresentou demandas da região: bilhete único, ampliação das linhas de trem, duplicação da rodovia Santos Dumont e investimentos em escolas técnicas e em serviços de saúde.

Ana Perugini (PT) sugeriu como prioridade a conclusão do corredor metropolitano de Campinas, o aumento do número de leitos hospitalares e a ampliação do saneamento básico e do abastecimento de água.

Coordenador da Frente de Enfrentamento ao Crack, Donisete Braga (PT) divulgou dados sobre a situação de usuários da droga no Estado. Uma informação alarmante sobre a região de Campinas é que entre os dependentes de crack, 6% correspondem a crianças na faixa de 6 a 11 anos.

Demandas

A área de assistência social carece de recursos em toda a região e não há atendimento adequado a usuários de drogas. Em várias cidades faltam creches. Outra questão que aflige muitos municípios são as enchentes, problema que só será resolvido com obras de engenharia.

As lideranças e moradores afirmaram que o segmento de Justiça e Cidadania também recebe verbas mínimas para desenvolver seus projetos. Com relação à área de saúde não é diferente.

Algumas das dificuldades de Itupeva são salas de aula superlotadas, ausência de vara distrital, rodovia de acesso sem manutenção e moradias da CDHU inacabadas.

Já Hortolândia sofre com a falta de ônibus urbanos. O hospital de Paulínia não tem capacidade plena de atendimento e a cidade não conta com Poupatempo (já prometido pelo governo estadual) nem com delegacia da mulher.

Valinhos e Vinhedo têm problemas ambientais cuja solução estaria na criação da APA da Serra dos Cocais, uma tentativa de conter a urbanização desenfreada.

Também participaram representantes do Sinteeps e da Apampesp que pleitearam fixação de data-base, cancelamento da cobrança pelo envio de holerite e contrapartida financeira do Estado no custeio do Iamspe. O plano de carreiras apresentado pelo governo estadual para a Educação também foi criticado, com a alegação de que "apenas incorpora gratificações".

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